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sexta-feira, 14 de maio de 2010

UMA LUZ NO FINAL DO TUNEL PARA OS PORTOS DE ANTONINA

"Estamos 10 anos atrasados." A frase do diretor-presidente do Terminais Portuários da Ponta do Félix, Luiz Henrique Dividino, sinaliza que há pressa para colocar uma série de medidas em ação, após alterações societárias acertadas no fim do ano que resultaram na saída da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) e do fundo de pensão Funbep do negócio. As participações dos dois, que somavam 59%, foram compradas pela Equiplan, dona do operador portuário Fortesolo, de Paranaguá, que atua com fertilizantes e cargas gerais. A intenção agora é trazer de volta clientes que usaram o terminal no passado e conquistar novos, em especial das áreas de congelados, celulose e siderurgia.
A cabotagem também entrou no alvo, após desconto tarifário de 50% aprovado recentemente pelo Conselho de Autoridade Portuária de Antonina, onde fica o Ponta do Félix e o porto público Barão de Teffé, que está parado. O plano prevê que o transporte marítimo na costa nacional tire cargas das rodovias e represente 40% da movimentação de mercadorias no local. "Deixamos de ser o porto da Previ. Viramos a página e passamos a trabalhar na reconstrução", disse Dividino, administrador que havia assumido o cargo um ano antes da transação e foi mantido pela nova administração. Concedido à iniciativa privada em 1995, o terminal começou a funcionar apenas em 2000, porque as obras demoraram mais que o esperado, e recebeu investimentos de cerca de R$ 160 milhões.
Dividino conta que os fundos ficaram desmotivados e o processo de venda começou em 2003. No processo houve desgaste com o governo do Paraná, que queria tornar o terminal público por meio da compra das ações pela Fundação Copel ou pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Em 2008, havia sete empresas interessadas no negócio, entre elas a canadense Potash Corporation of Saskatchewan (PCS) e também companhias nacionais. A crise econômica e dificuldades nas negociações, após perdas de licenças do terminal, prolongaram o processo e os últimos anos foram de queda na movimentação de mercadorias.
No ano passado, foram movimentadas 88 mil toneladas e a intenção é voltar, em 2011, ao volume de 1 milhão de toneladas, alcançado em 2005. A meta do terminal é chegar a 2,5 milhões de toneladas por ano em 2014. Para isso, foi feita uma dragagem inicial emergencial para resgatar o calado de 8,1 metros e o trabalho terá de ter continuidade para chegar a 9,5 metros. Está previsto o investimento de R$ 16 milhões com recursos do próprio terminal em equipamentos e na construção de um ramal ferroviário com 2,4 quilômetros, em parceria com a América Latina Logística (ALL).
A Equiplan teria pago cerca de R$ 40 milhões pelas ações dos antigos sócios. O terminal tem dois berços de atracação de navios, mas Dividino explica que é possível aumentar esse espaço e também ampliar o pátio e as instalações, para trabalhar também com contêineres. O transporte de veículos é outro item que está nos planos. "O segmento portuário trabalha com confiança", diz o executivo, sobre o trabalho em andamento para fechar contratos. No ano passado, o terminal teve faturamento de R$ 16 milhões e prejuízo de R$ 10,3 milhões. O ano de 2010 ainda vai ser fechado no vermelho. A concessão do terminal vai até 2022 e pode ser prorrogada.

Fonte: Valor Econômico/ Marli Lima, de Curitiba

3 comentários:

Anônimo disse...

Sr. Rozil, se possível ponha esse assunto como matéria principal, talvez como enquete, com objetivo de alterar a lei orgânica de Antonina atual. Já que Canduca e seus secretários Márcio e Robison (que de bonzinhos não tem nada) querem reduzir a folha de pagamento dos funcionários, buscando especialmente prejudicar os servidores de carreira vai uma proposta de redução de gastos com pessoal.

NO TEXTO INICIAL DA LEI ORGÂNICA QUANDO ELA FOI APROVADA EM 1990 O ART. 21 ERA ASSIM: Art. 21 - O Prefeito Municipal, ao prover os cargos em comissão e as funções de confiança, deverá fazê-los de forma a assegurar que pelo menos 50% (cinquenta por cento) desses cargos e funções sejam ocupados por servidores de carreira técnica ou profissional do próprio Município.

E AGORA, ATUALMENTE (EX-PREFEITO KLEBER QUIZ E CANDUCA CONCORDOU:
Art. 21 - O Prefeito Municipal, ao prover os cargos em comissão e as funções de confiança, deverá fazê-los de forma a assegurar que pelo menos 20% (vinte por cento) desses cargos e funções sejam ocupados por servidores de carreira técnica ou profissional do próprio Município.(Redação dada pela Emenda à Lei Orgânica nº 27, de 14 de fevereiro de 2005)

ISSO QUER DIZER O QUE ? QUE SE A PREFEITURA TEM 100 VAGAS DE CARGOS COMISSIONADOS, SOMENTE 20 VAGAS É PARA CARGO DE CARREIRA E 80 VAGAS PARA PESSOAS SEM EXPERIÊNCIA, ISTO É DE FORA, NA VERDADE É UM CABIDE DE EMPREGO.
NOSSA PROPOSTA É QUE RETORNE AO PROCESSO ANTIGO AO TEXTO INICIAL DA LEI ORGÂNICA. FAVOR FAZER UMA ENQUETE E ENVIAR AO PREFEITO E VEREADORES. Só assim que reduziríamos bastante a Folha de Pagamento, mesmo porque se fosse nomeado qualquer servidor de carreira para cargo comissionado a Prefeitura só pagaria para este a diferença entre o salário de carreira e o de comissionado. Obrigado e vamos a campanha.

Maria Therezinha

ROSIL DO PILAR disse...

Maria Terezinha, se este é realmente o seu nome.Eu até posso colocar a sua matéria na página principal. Todavia, o assunto é data vênia, desconexo, pois o tema é sobre os Portos de Antonina e vc fala sobre a Redução de despesas da Prefeitura e alterações na LOMA ? Eu até entendo e concordo com vc, então mande-me esta matéria para o meu E-mail: rosilpilar@yahoo.com.br e a publicarei aqui no Blog. Ok. Um Abraço.

Anônimo disse...

Caro Rosil, acho sim que você tem razão, mas o assunto está aí e se você quiser é só destacá-lo, pois já está público, porém falta fazer a enquete. SE VOCÊ QUER E NÃO TEM MEDO, FAZ.
Maria Therezinha