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sexta-feira, 29 de julho de 2011

PREFEITO RUDI É CASSADO PELO TRE...QUER APOSTAR QUE ELE VOLTA?


O bicho pegou para o prefeito atleticano de Pontal do Paraná, Rudisney Gimenes e seu vice Rubens Marcelino da Veiga. Eles foram notificados da decisão do juiz Rodrigo Brum Lopes da cassação do mandato da dupla por crime de corrupção eleitoral.
Pelo menos é o que consta no Blog do vereador pontalense Nelson Mademar – A Política (www.nelsonmademar.wordpress.com)

Na decisão a informação da anulação dos votos obtidos por ambos e consequente cassação dos diplomas pelo crime previsto no artigo 299, do Código Eleitoral. Tendo em vista o disposto no art. 244 do Código Eleitoral.
Ainda sugere a designação da nova data para a realização de eleições majoritárias em Pontal do Paraná, a se realizar indiretamente, por meio da Câmara Municipal no prazo de trinta dias.

É mole?

Não sei qual foi o crime, mas acompanhei e produzi matéria em setembro de 2008 de uma ação da Polícia Federal e oficiais de justiça cumprindo ordem judicial liminar dada pelo desembargador Auracyr Azevedo de Moura Cordeiro, na investigação judicial do TRE, n.º 6558, para apreender cestas básicas que estavam sendo distribuídas irregularmente, para suposta compra de votos em Pontal do Paraná, pelo prefeito e candidato Rudisney Gimenes do PMDB.

Será que foi esta a bomba que estourou nas mãos do atleticano Gimenez?
Com a palavra, o prefeito, caso queira postar.
Fonte: Blog do Gil - Paguá-Pr.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

VALE A PENA VOCE CONFERIR ESTE ENCONTRO...




Neste ano, em que o MP Lafer Clube do Paraná e a Prefeitura de Antonina preparam o X Encontro de Carros Antigos e Especiais de Antonina, o evento foi adiado para o final de julho. Será entre os dias 29 e 31, e teve a data postergada porque o evento que acontece em Águas de Lindóia/SP, um dos maiores do Brasil, normalmente promovido em abril, foi realizado de 23 a 26 de junho, data próxima em que seria o Encontro de Antonina. 
Os organizadores - MP Lafer Auto Clube do Paraná em parceria com a Prefeitura Municipal de Antonina - adiantam que as providências estão em fase final  e que o evento deste ano deverá ser mais marcante que os anteriores uma vez que se trata do décimo ano consecutivo de sua realização, conquista expressiva.
Homenagens
A tradicional homenagem a ex-pilotos de carreteira paranaenses brindará, este ano, José Luiz Barboza, um dos expoentes do automobilismo de competição das décadas 1950/60. 
Juntamente com a Câmara Municipal de Vereadores, a Prefeitura prepara também uma homenagem aos organizadores do evento, concedendo título honorífico a Luiz Henrique Withers e Nilton Carias de Oliveira.

sábado, 16 de julho de 2011

ESTA VOCÊ NÃO SABIA... 20 MILHÕES DE REAIS DE ICMS A SEREM RESGATADOS À ANTONINA. UFA!!!


Venhaaaaaaaaaa...
Só cuidado com o "Olho Gordo"....
A Usina Hidrelétrica Governador Pedro Viriato Parigot de Souza, também conhecida como Capivari Cachoeira, é a maior central subterrânea do sul do país e uma das maiores estatais geradoras de energia do Paraná. Controlado pela Copel, o projeto  aproveita o desnível do Rio Capivari, que fica em Campina Grande do Sul e Bocaiuva do Sul, e desvia as águas até o Rio Cachoeira, em Antonina, por um túnel subterrâneo que atravessa a Serra do Mar.
Nos bastidores desta joia da engenharia elétrica, há uma disputa pela arrecadação do ICMS gerado por ela. Desde 2001, Antonina luta para arrecadar sozinha o tributo, enquanto Campina e Bocaiuva defendem a distribuição do valor, já que o projeto também envolve os dois municípios. Este ano o processo chegou à etapa final e a decisão da Justiça foi favorável à Antonina, que deve receber quase R$20 milhões: R$10,5 milhões da prefeitura de Campina e R$9,3 milhões da prefeitura de Bocaiuva, valor que equivale ao ICMS que a usina gerou aos cofres municipais entre 1996 a 2010.
O secretário de Assuntos Jurídicos de Campina Grande do Sul, Jefferson Rosa Cordeiro, explica que o problema poderia ter resultado diferente. “O advogado contratado pelo nosso município, orientado pela própria Copel, entendeu que não haveria necessidade da produção de prova pericial”. Já o município de Bocaiuva do Sul não quis produzir o artefato jurídico, alegando que não teria disponibilidade financeira para arcar com o valor da perícia, cuja proposta do perito, na época, correspondia a R$ 20 mil. A prova pericial serviria para fundamentar os interes-ses do município.
O caso é atípico em relação a outros já decididos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Normalmente, os órgãos entendem que a energia produzida deve fazer parte do valor adicional do ICMS somen-te para os municípios onde está instalada a usina geradora de energia. Além desses, apenas cidades que eventualmente ficassem alagadas pelas águas seriam merecedores de royalties.
A diferença, segundo o de-partamento jurídico da prefeitura de Campina, é que a Usina Governador Parigot de Souza não está situada somente em Antonina; o complexo produti-vo de obras civis também está situado em Campina Grande do Sul, além da barragem, com-portas, vertedouro, tomada d'água com seus mecanismos reguladores, a entrada e um bom trecho do canal de adução e suas janelas.
O secretário Jefferson alega que a Copel enviou à Justiça um ofício em que não explicava o contexto, dando a entender que Campina e Bocaiuva abrigavam somente a represa. “O que induziu a 2ª Câmara Cível a  decidir baseando-se nas decisões já posicionadas pelo STJ e STF, sem levar em conta que se trata de um caso atípico”.
Para evitar as perdas aos cofres municipais, os prefeitos Luiz Assunção e Luciméri Franco planejam recorrer ao governo estadual. “Vamos solicitar que o governador nos ajude a pagar essa dívida. Uma opção é recebermos uma verba a fundo a perdido”, explica o prefeito Luiz Assunção. “Não temos condições de arcar sozinhos com esse 'rombo'. Para isso, seria necessário parar obras e ações em áreas como saúde e infraestrutura, que estão ga-rantindo a qualidade de vida da população”.
Fonte:ojornaluniao.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2011

MAIS UM FESTIVAL SE VAI E JÁ ESTAMOS COM SAUDADES...















A semana foi uma verdadeira  imersão cultural proporcionada pelo 21° Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná, em Antonina, rendeu muita produção cultural. Alunos de todas as oficinas  apresentam os frutos de seus trabalhos a partir desta sexta-feira (15) à tarde.

Para a coordenadora geral do evento, Lucinha Mion, trazer a público o que foi produzido durante a semana é "mostrar como o Festival funciona". "Não seria possível visitar todas as oficinas, e com as exposições, apresentações no teatro e no Palco Principal, todos podem ver como fluíram os trabalhos", diz Lucinha.

Confira abaixo a programação de apresentação de resultados e programe-se para visitar Antonina neste
Sábado (16/07) Das 10h00 às16h00, na Estação Ferroviária, exposição das seguintes oficinas:
- O Mundo das Massinhas: desenhar, pintar e modelar cenários em miniatura (Geny Nowisck)
- Brincando com argila (Deborah Barth)
- Rabiscar não é à toa, desenhando numa boa (Simone Ferreira)
- Gincana da Reciclagem (Francine Cruz e Mariana Navarro)
- Robótica Sem Mistérios (Maurício Beltrão Fraletti)
11h00: apresentação conjunta dos alunos das oficinas de Alegorias e Adereços (André Marins) e Bateria de escola de samba (Mestre Odilon), no local da exposição
- Modelagem da Figura Humana: Cabeças (Ana Godoy)
- Entalhe na Madeira (Francisco Agner)
- Sentimentos Expressos em Mandalas (Letícia Brasileiro)
- Móveis em Bambu (Onofre da Silva)
- Sabonetes Artesanais e Sais de Banho Utilizando Frutas Típicas da Região (Clenice Maciel)
10h00, no Theatro Municipal, apresentação das oficinas:
- Prática de Banda Sinfônica (Marcelo Maganha)
- Repercussom (Zaque de Freitas)
- Batucatu (Pedro Solak)
- Dançando o Brasil: uma viagem pela cultura popular de Norte a Sul (Ane Beatriz Dalquano)
- Brincadeira dá cena (Luciane Figueiredo)
- Dança de rua e a sua: vamos misturar? (Carol Pellegrini)
Das 15h00 às 17h00, na Rádio Antoninense FM (98,3 MHz)
Apresentação da oficina Produção de crônicas - quando a arte encanta o jornalismo (Luiz Andrioli e "Anderson Ararípe" locutor da Emissora do Ambientenados)
21h30, no telão do Palco Principal, exibição do resultados das oficinas:
- Um novo olhar para a cidade através da interferência urbana (Olho Wodzynski)
- Stop Motion - animação fotográfica (André Barroso da Veiga)
- Conceitos básicos de produção de curta e Produção de curta em vídeo (Carlos Rocha e Luís Santos)

Encerramento
O encerramento do 21° Festival de Inverno da UFPR terá muito suingue e hip hop. A cantora Negra Li sobe ao Palco Principal, às 22 horas do sábado (16) para agitar o público com músicas inéditas e releituras de sucessos de artistas consagrados, como Tim Maia e Aretha Franklin. O espetáculo é gratuito.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

FESTIVAL DE INVERNO EM ANTONINA. SIMPLESMENTE D+ ATÉ SÁBADO...

Banda Punkake...

Oito dias de muita produção cultural. Uma cidade que se transforma em palco para os mais diversos espetáculos e em atelier para as mais diversas experiências artísticas. Este é o Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná que, de 09 a 16 de julho, transforma a cidade litorânea de Antonina na capital da arte e cultura do Paraná.
Oficinas de artes visuais, música, dança, artes cênicas, artesanato e comunicação para crianças, jovens e adultos enchem salas de aula de cores, sons e criação. Palcos nos mais diversos espaços da cidade se abrem para, sem distinção e com espetáculos gratuitos, apresentar ao público do Festival de Inverno da UFPR o que a cultura brasileira tem de melhor.

Dia 14 de julho, quarta, às 22 horas, o agito do Festival no Palco Principal fica por conta das mulheres da banda Punkake.

                                             
14 de julho de 2011 - Quinta-feira
22h00 – Palco Principal
“Banda Punkake”
Um visual retro-punk-pin-up que surpreende o público. Um show único e explosivo. Quatro mulheres à frente de um grupo musical é algo para, no mínimo quebrar paradigmas. Bacabi (vocal), Lívia (guitarra), Lucy (bateria) e Ingrid (baixo). Acordes pesados, letras marcantes e muitas distorções fazem um caldeirão sonoro variado – no qual entram ingredientes de garage, powerpop, punk e indie.
Confira a programação completa do Festival aqui:
http://www.proec.ufpr.br/festival2011/links/espetaculos.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

AGORA TEREMOS QUE PEDIR BENÇÃO ATÉ AO "PAPA" PARA REFORMAR OU CONSTRUIR NO CENTRO DE ANTONINA?


Já está em andamento o prazo para as manifestações da sociedade a respeito do tombamento do Conjunto Histórico e Paisagístico do município de Antonina, no Paraná. O Diário Oficial da União – DOU, do dia 29 de junho, publicou as poligonais da área tombada e de entorno, conforme o dossiê elaborado pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Com a publicação, toda a área está sob a proteção federal e não pode sofrer danos. Os proprietários de imóveis que quiserem se manifestar a respeito do tombamento devem encaminhar correspondência para o presidente do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, para o endereço: SEPS, Quadra 713/913, Lote: D, Edifício Lúcio Costa, Brasília, Distrito Federal - CEP: 70.390-135.
 A proposta de tombamento de Antonina partiu da identificação de duas distintas áreas situadas entre as margens da Baia de Antonina e o sopé dos morros que envolvem a cidade: o Centro Histórico e o complexo das Industrias Matarazzo. Para proteção da área tombada, o entorno proposto pelo Iphan-PR engloba os conjuntos, os morros que emolduram a cidade e parte da Baía de Antonina.
 Com a construção da capela de Nossa Senhora do Pilar no outeiro da Graciosa em 1714, inicia-se o desenvolvimento do núcleo urbano. Um dos eixos, a antiga Rua Direita - atual Rua XV de Novembro -, seguia paralelo à orla do mar em direção a Fonte da Carioca. O outro eixo,  a antiga Rua do Campo - e atual Rua Conselheiro Alves de Araújo -, seguia em direção ao Saivá, de onde partia a Estrada da Graciosa.
 Com o crescimento da população, em função da exploração do ouro e do porto para o desembarque e comercialização de mercadorias, Antonina foi elevada a Vila em 1797.  A partir de 1820, a implantação de engenhos de erva mate para exportação para os mercados dos países platinos e do Chile possibilitou a retomada das atividades portuárias e levou a um rápido crescimento urbano, com a abertura de novas ruas, a construção das igrejas de São Benedito e Bom Jesus do Saivá, a construção do primeiro trapiche e do mercado.
 A partir de 1914 houve um novo período de crescimento para a cidade, com o início das atividades das Indústrias Matarazzo na região do atracadouro de Itapema. O conjunto Matarazzo era composto por estruturas para o processamento do sal, açúcar e trigo, e contava ainda com um porto e uma vila para os funcionários. Nesta época o crescimento urbano foi alterado, pois a cidade passou a crescer em direção às Indústrias Matarazzo e ao longo da linha férrea em direção a cidade de Morretes.
 A partir de 1930, inicia-se o processo de decadência do porto devido à falta de investimentos, ao assoreamento dos canais da baía  e ao progressivo aumento do calado das embarcações. Várias empresas fecharam as portas levando Antonina, mais uma vez, à estagnação econômica. Em 1972 houve o fechamento das Indústrias Matarazzo, e 1976, do ramal ferroviário.
 O acervo arquitetônico do centro histórico revela os vários períodos pelos quais a cidade passou, com exemplares luso-brasileiros, ecléticos, art-déco e modernistas. A configuração urbana original foi preservada com edifícios alinhados aos lotes e sem recuos laterais. A cidade apresenta ainda vegetação limitada a praças, largos e miolos de quadra. A forte relação da cidade com a baía resultou no trapiche municipal, utilizado para funções portuárias, de lazer e de contemplação do mar em uma área marcada pelas ruínas do antigo Armazém do Macedo, pelo arrimo em pedra do antigo cais e pela Igreja Matriz no alto do outeiro.
 Ainda na margem da baía, em uma pequena península separada da área urbana, localiza-se o conjunto das Indústrias Matarazzo, constituído por instalações industriais e portuárias, uma pequena vila operária, uma escola e a residência de seu proprietário. Outros conjuntos de destaque em Antonina são o da Rua XV de Novembro, com edificações do período colonial, o da Rua Carlos Gomes da Costa, com edificações ecléticas e art-déco que testemunham o desenvolvimento da cidade com o aumento das atividades portuárias.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O FIM DOS PROFESSORES, ANTES DO FIM DO MUNDO...





O ano é 2.209 dC – ou seja, daqui a duzentos anos – e uma conversa
entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

- Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom
vem a resposta:

- Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

- Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres
elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito
culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam
as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo
e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam
as pessoas a pensar.

- Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

- Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes
professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos
alunos.

- E como foi que eles desapareceram, vovô?

- Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado
aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra
direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram
muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos,
apenas para mostrar estatísticas de aprovação.
Assim, sabendo ou não
sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o
estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam
aprender alguma coisa.


Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos
professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.

Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me
ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito
mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você
ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores
nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas
particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na
qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais,
pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo
“gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da
violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres
e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.


Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre
esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular,
para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que
vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”,

diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo
o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se
foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo,
enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos
escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais
ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.


Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram
gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à
profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha
algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se
tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem
sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos,
jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas
– enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a
sociedade.