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domingo, 16 de agosto de 2015

E VIVA A PADROEIRA DE ANTONINA - N.S. DO PILAR - 300 ANOS DE FESTEJOS






















sábado, 25 de julho de 2015

ESTARÁ LULA, POR UM FIO ? QUE PENA POIS A SUA SAGA PARA CHEGAR AO PODER VIROU ATÉ FILME...




O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que na última década foi responsável pelas relações institucionais da empreiteira com as principais autoridades de Brasília, teria autorizado seus advogados a negociar com o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada para contar o que sabe sobre a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no escândalo da Petrobras, diz a matéria de capa da revista Veja desta semana. Amigo de Lula, Pinheiro estaria com medo de voltar à cadeia, depois de passar seis meses preso em Curitiba, no âmbito da Operação Lava Jato, que investiga esquema de lavagem e desvio de dinheiro da estatal petrolífera.


De acordo com a revista, Pinheiro prometeu fornecer provas de que Lula patrocinou o esquema de corrupção na estatal, como afirmou o doleiro Alberto Youssef em depoimento no ano passado, se comprometeu a fornecer aos procuradores a lista de despesas da família de Lula bancadas pela OAS e disse ter conhecimento de como Lulinha, Fábio Luis da Silva, fez fortuna, com atuação na órbita de influência da construtora. De acordo com fonte não informada, ele pretende se valer da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff - a delação premiada - para reduzir drasticamente sua pena em troca de informações.

"Depois que o Léo falar, não tem como não prender o Lula. Ou se prende Lula, ou se desmoraliza a Lava Jato", diz a revista, citando um interlocutor do executivo. De acordo com a reportagem, a OAS foi a empreiteira que socorreu Lula quando a ex-chefe do escritório da Presidência da República Rose Noronha, demitida após ter sido apontada pela Polícia Federal por tráfico de influência no governo, ameaçou delatar seu beneficiário caso não fosse ajudada financeiramente. E foi o executivo também quem cunhou para o ex-presidente petista o codinome de "Brahma".

Além da ajuda financeira no caso de Rose Noronha, a revista diz que a OAS teria doado à família de Lula uma cobertura tríplex no Guarujá e teria assumido, a pedido do ex-presidente petista, obras em imóveis da cooperativa de bancários de São Paulo, comandada por João Vaccari Neto, que mais tarde viria a se tornar tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em matéria publicada em abril, a Veja já havia dito que o ex-presidente da OAS examinava a possibilidade de se tornar delator na Operação Lava Jato. Já solto, familiares o teriam estimulado a isso. "Questões pessoais também levaram Pinheiro a negociar com o Ministério Público", informa a revista, destacando que seus netos foram hostilizados na escola.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

SE A MODA PEGA, NÃO VAI TER MAIS AUMENTO PARA VEREADORES, Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


POPULAÇÃO UNIDA, JAMAIS SERÁ VENCIDA, AINDA MAIS QUANDO SE TEM UMA GRANDE LIDER, COMO ACONTECEU EM SANTO ANTONIO DA PLATINA.


Comum não é, mas . Após pressão popular, a Câmara Municipal de Santo Antonio da Platina, norte do Paraná, aprovou  quarta-feira (15) p.p. a redução no salário do prefeito e dos próprios vereadores. Por sete votos a um, os parlamentares aprovaram um emenda ao projeto original que previa o aumento dos salários de todos. A emenda reduziu os vencimentos.
O salário do prefeito que iria de R$ 14,7 mil para R$ 22 mil, de acordo com o projeto aprovado em primeira discussão, cairá para R$ 12 mil. Já o salário do presidente da Câmara, que passaria de R$ 4 mil para R$ 8,5 mil, vai ser de R$ 970. O dos vereadores, que subiria de R$ 3,7 mil para R$ 7,5 mil, também será de R$ 970. Os novos valores passam a valer a partir dos próximos mandatos, que começam em janeiro de 2017.
A decisão foi tomada após a repercussão negativa provocada pelos aumentos e a pressão popular. Moradores lotaram a Câmara na sessão desta quarta e os vereadores recuaram.
A comerciante Adriana Lemes, que discutiu com um vereador na sessão de segunda-feira (13), foi aplaudida. O vereador Santinho Furtado (PMDB) votou contra alegando que a iniciativa seria “demagogia”.
O presidente do legislativo platinense, Valdir Domingos de Souza(PSC) se disse satisfeito com a participação popular. Também previu que políticos que costumam comprar votos nas campanhas eleitorais e também aqueles que fazem assistencialismo reduzirão suas atividades,”quem se candidatar será para efetivamente trabalhar pela população”,
















sexta-feira, 17 de julho de 2015

AGOSTO MÊS DE DESGOSTO PARA O GOVERNO DO PT - O RETORNO DOS CARAS PINTADAS...



Operadores políticos de Dilma Rousseff temem que a deterioração dos índices de inflação e de desemprego potencialize a manifestação convocada por grupos que se opõem ao governo para o dia 16 de agosto. Nas palavras de um ministro, se esse protesto for nacional e expressivo, pode passar a “falsa impressão de que a sociedade endossa o discurso golpista da oposição.” Sem alarde, discute-se como lidar com a encrenca.



O ministro foi ouvido pelo blog na noite passada. Feita sob a condição do anonimato, a declaração é reveladora da dificuldade do governo para encontrar um tom adequado à crise. O uso do vocábulo “golpista” ecoa entrevistas de Dilma. Mas não orna com os fatos.


O que os antagonistas da presidente discutem é a destituição dela pelas vias legais. Tudo condicionado a eventuais decisões do TSE e do TCU. De resto, o debate não é exclusivo da oposição. Envolve setores da coligação governista, incluindo grupos do próprio PMDB, o partido do vice-presidente Michel Temer.


O que fragiliza a articulação anti-Dilma é a ausência de povo. Desde que as ruas voltaram para casa e as panelas pararam de soar, a aversão dos brasileiros à presidente tornou-se silenciosa. Manifesta-se apenas por meio das pesquisas de opinião.


No Datafolha mais recente, Dilma obteve uma taxa de aprovação de irrisórios 10%. No Ibope, apenas 9%. Daí o receio do governo. Dependendo do tamanho do ronco que o asfalto der em 16 de agosto, um domingo, os dados frios das sondagens pode ganhar uma expressão sonora difícil de ignorar.

A SAGA DO FESTIVAL DE INVERNO EM SUA 25ª EDIÇÂO EM ANTONINA


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A universidade Federal do Paraná celebra  25 anos ininterruptos do Festival de Inverno em Antonina. Uma trajetória construída coletivamente.
O festival, proposto como uma ação nos campos da arte e da cultura, de carater contínuo, descentralizado, comunitário e extensionista, visa contribuir com o desenvolvimento do litoral do Paraná, região com forte vocação de território cultural, 
Em parceria com a UFPR, o Iphan-PR participou de 11 edições desse festival, contribuindo com as ações continuadas previstas no Projeto Educação Patrimonial, 
Na programação do 25º. Festival de Inverno da UFPR, que pela primeira vez abriu no domingo e  vai até sábado 19 de julho, o Iphan-PR participará de uma “Mesa Redonda” e promoverá duas atividades guiadas por professores antoninenses – resultantes das oficinas realizadas no mês de junho. 
Tombado em 2012 pelo Iphan-PR, o Centro Histórico de Antonina possui uma área com edificações características do Período Colonial Brasileiro, ecléticas, do art-deco e com calçamento de pedras. Esse patrimônio de grande valor histórico e paisagístico está vinculado à primeira fase do chamado “Ciclo do Ouro Brasileiro”.  Inclui-se nessa área protegida, a arquitetura industrial do início do século XX, conhecida como Complexo Matarazzo.
Na programação de espetáculos para este ano, haverá uma revisitação do 1º. Festival,  com a participação de orquestras e muita música, num verdadeiro baile a céu aberto. O 25º festival irá homenagear os principais responsáveis por essa história de aprendizado, arte e diversão dos festivais. Veja a programação completa no link: http://www.proec.ufpr.br/festival2015/
Participe dessa história.