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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A VERDADE SOBRE O "CAULIM"

Foto meramente ilustrativa...


FICHA DE INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS QUÍMICOS
CAULIM
Rev.Set.2007
1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
Nome do Produto:
CAULIM
Nome Químico:  Silicato de Alumínio
Fórmula Molecular:  Al2Si2O5(OH)4
Aparência:  Pó Fino
Cor: Branco a levemente creme
Odor:  Inodoro
Número de registro: (CAS): 1332-58-7
2 – COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES
Substância: Caulim
Nome químico comum ou nome genérico: Caulim - Al2Si2O5(OH)4
Sinônimos: Silicato de Alumínio, Argila
Registro no Chemical Abstract Service (CAS nº): 1332-58-7
Ingredientes que contribuam para o perigo: não aplicável
3 – IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS
Perigos mais importantes
Olhos: pode causar irritação nos olhos cujos sintomas são vermelhidão e lacrimejação
Pele: pode causar em pessoas alérgicas irritação cutânea cujo sintoma é ressecamento da pele
Ingestão: ingestão em grandes quantidades podem produzir distúrbios gastro-intestinais
Inalação: sua inalação em concentrações excessivas de poeira pode causar incômodos tais como tosse, espirro e irritação nasal. Sua principal rota de entrada no organismo se dá através desta forma
Efeitos do produto
Efeitos adversos à saúde humana: sinais e sintomas de exposição à este material durante inalação, ingestão e contato com a pele podem
incluir: desarranjo intestinal (náusea, vômito e diarréia). Este material pode formar poeiras que podem causar irritação da membrana mucosa ou da pele e embora possam causar irritação nas vias respiratórias, estas poeiras não afetam a estrutura pulmonar pois seus efeitos nos tecidos pulmonares são potencialmente reversíveis. Exposições crônicas deste material podem produzir fibrose pulmonar e granuloma estomacal
Efeitos ambientais: não causa impactos ambientais pois é um produto virtualmente inerte. Pequenos derramamentos devem ser recolhidos umedecendo-se preferencialmente o material derramado afim de se evitar formação de poeiras neste processo. Em grandes derramamentos deve-se proceder igualmente desta forma e se for possível, deve-se utilizar ventilação local exaustora nestas condições
4 – MEDIDAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Olhos: remova a vítima imediatamente do local de exposição e lavar os olhos com água em abundância; se os sintomas persistirem, procurar imediatamente por um médico.
Pele: primeiros-socorros neste caso não são normalmente solicitados, entretanto é recomendado que as áreas expostas sejam lavadas com água e sabão. Persistindo o ressecamento de pele, deve-se usar um creme umectante para minimizar este efeito.
Ingestão: se grandes quantidades forem ingeridas, procure imediatamente por um médico. Dê agua em abundância para a vítima.
Inalação: remova a vítima imediatamente do local de exposição para um local com ar fresco e se os sintomas persistirem, procurar imediatamente por um médico. Se a respiração se tornar dificulta, administre oxigênio à vítima e mantenha-a em descanso.
5 – MEDIDAS DE COMBATE À INCÊNDIO
O produto não é inflamável ou explosivo, portanto não se aplicam meios de extinção a incêndio para o mesmo. Porém sua embalagem de papel kraft multifolhada pode ser inflamável, cujos meios de extinção aplicáveis são compatíveis com todas as técnicas disponíveis para combate a este tipo de material (água, pó químico, CO2, etc).
6 – MEDIDAS DE CONTROLE PARA DERRAMAMENTO/VAZAMENTO
Contenha o derramamento e sempre que possível pulverize o mesmo com água afim de minimizar formação de poeiras. Manter longe de quaisquer fontes de ignição as embalagens de papel deste produto. Utilizar obrigatoriamente nesta situação máscara contra pó e óculos e se possível luvas e botas plásticas. Colocar o produto derramado em sacos ou em outros recipientes apropriados. Utilizar sempre que possível ventilação local exaustora nestas situações.
7 – MANIPULAÇÃO E ARMAZENAMENTO
Manuseio: evitar ao máximo agitar os sacos quando rasgá-lo de forma a prevenir a formação de poeiras e névoas. Utilizar equipamentos de proteção individual dentre os quais máscara contra pó, avental, luvas e óculos, bem como também se possível utilizar ventilação local exaustora durante seu manuseio.
Armazenamento: manter os sacos devidamente fechados e se possível paletizados e lonados, longe da umidade e em área coberta e ventilada. Não acondicionar sobre os blocos de materiais objetos que possam vir a rasgar a sacaria. Manter  ubstâncias incompatíveis distantes deste produto.
8 – CONTROLE DE EXPOSIÇÃO E PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Limites de exposição atmosféricos: OSHA Permissible Exposure Limit (PEL): 15 mg/m3 (TWA) de total particulado, 5 mg/m3 (TWA) de fração respirável; ACGIH Threshold Limit Value (TLV): 2 mg/m3 (TWA) para poeira respirável, A4 não classificável como carcinogênico humano; NIOSH Recomended Exposure Limits (REL): 10 mg/m3 (TWA) de total particulado, 5 mg/m3 (TWA) de fração respirável
Sistema de ventilação: um sistema de ventilação local exaustora é recomendado para manter os funcionários expostos a valores abaixos dos limites de exposição atmosféricos permissíveis. Este sistema de ventilação pode controlar a emissão dos particulados na origem, prevenindo dispersões dos mesmos na área de trabalho
Proteção respiratória: utilizar máscaras descartáveis classe PFF1 ou PFF2 para proteção de até 10 vezes o TLV permissível, e se o limite  de exposição é excedido acima deste valor recomenda-se utilizar máscaras do tipo semi-facial ou facial classe P2
Proteção das mãos: utilizar luvas de borracha ou tecido
Proteção dos olhos: utilizar óculos de proteção do tipo ampla visão, que permite uma proteção total dos olhos
Proteção do corpo: utilizar avental de tecido ou PVC
9 – PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS
Estado físico: sólido
Forma: pó fino
Cor: branca até levemente creme, dependendo do código do material
Odor: inodoro pH (solução 10 %): 3,0 - 8,5, dependendo do código do material
Ponto de ebulição: não aplicável
Ponto de fusão: 1750 ºC
Ponto de fulgor: não aplicável
Temperatura de auto-ignição: não aplicável
Limites de explosividade superior/inferior: não aplicável
Densidade: 2,0 - 2,7 g/cm3 , dependendo do código do material
Solubilidade: insolúvel em água
10 - ESTABILIDADE E REATIVIDADE
Instabilidade: estável em condições normais de uso e armazenagem
Reações perigosas: nenhuma Condições a evitar: umidade Materiais ou substâncias incompatíveis: nenhuma
Produtos perigosos da decomposição: não há produtos perigosos de decomposição
11 – INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS
Não há informações de LD50/LC50 disponíveis relacionadas a este material para as rotas normais das vias de exposição, bem como informações sobre toxicidade aguda e efeitos locais
12 – INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS E ECOTOXICOLÓGICAS
Produto virtualmente inerte, não se conhecendo nenhum efeito adverso sobre o meio ambiente.
13 – CONSIDERAÇÕES SOBRE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO
Sempre que o produto não puder ser recolhido para posterior utilização, deve ser destinado em local aprovado pelo regulamento local, estadual ou nacional. Normalmente são despejados no solo, em aterros municipais, não existindo um lixo específico para estes produtos nos órgãos de regulamentação de controle da poluição. Sua embalagem de papel kraft é reciclável
14 – INFORMAÇÕES SOBRE TRANSPORTE
Não possui classificação nacional e internacional para transporte, quaisquer que sejam seus meios de transporte e não é um produto classificado pela ONU como produto perigoso no que se refere a recomendações sobre transporte.
15 – REGULAMENTAÇÕES
Vide campo “Ficha de Emergência” contida no Certificado de Análise que acompanha o produto para informações básicas de segurança bem como recomendações de manuseio durante o transporte contidas na Declaração de Embarque que acompanha o produto.
16 – OUTRAS INFORMAÇÕES
Todas informações contidas nesta FISPQ representam os mais comuns conceitos relativos a este produto, através das mais diversas consultas bibliográficas efetuadas para sua posterior elaboração bem como também do conhecimento adquirido ao longo do tempo pela INDUKERN DO BRASIL na distribuição/ comercialização deste produto.

13 comentários:

Anônimo disse...

E a Coca-Cola, e a Cerveja, E a cachaça ? E os alimentos com defensivos agrícolas, e a poluição dos veículos. E o posto de gasolina próximo de moradias ?
Porra, quem defende o desemprego ? Sempre que é compra instalação de empresas na cidade, é quem já ganha bem, tem uma boa remuneração.
Deixem acontecer primeiro, para depois tomarem medidas. Antonina merece emprego.

Reginaldo Gouvea disse...

O anônimo das 08:43, quem é culpado de tudo isso estar acontecendo são os nosso eleitos que deixaram de discutir o Plano Diretor da Cidade no que tange a ocupação do solo, uma hora a coisa iria estourar.
Não somos contra o emprego deste que esse seja gerado para famílias de Antonina.
Tudo na vida existe regras, não podemos deixar aprovar algo que poderá prejudir você e sua família mais tarde. O progresso é bem vindo em nossa cidade desde que se obdeça as regras para tal impantação.
É deixando acontecer que estamos neste impasse agora, não é por aí.
Viva o emprego, mas com responsabilidade.

Anônimo disse...

Esse Reginaldo é um desses que ganha bem fora da cidade e vem decretar o desemprego aqui na terrinha. Fique onde você está e deixa nós os que precisam de emprego ganhar dinheiro para comprar nosso alimento. Vocês estão acostumados a condenar primeiro sem ter havido o crime.

Anônimo disse...

Gostei da Resposta que o Fortunato deu prá você:
Reginaldo, vc quer calçar o sapato e depois por a meia? Entendi. Vou pensar na seguinte preposição. Barracões de 300 m³, não é nem armazém, o que cabe em trezentos metros quadrados? Hoje uma armazém de porte médio têm mais de 7 mil metros quadros. Quantas toneladas de fertilizantes entrou pelo TPPF no ano de 2011? Não sabe? Vá se informar.

Um entreposto de fertilizante na entrada de Antonina, o que acontece? Pequenos caminhões farão o transporte do porto até o entreposto, no entreposto a mercadoria fica armazenada e grandes caminhões vão transportá-lo para diversas partes do Brasil.

O que acontence? Rapidez nos desembarques dos navios = maior lucro para o TPPF e para os armadores; maior rotavidade de navios nos berços de atracação; aumenta a produção, aumenta o emprego; navios não ficam parados esperando os caminhoneiros; aumento do ISQN da Prefeitura; tiram os grandes caminhões do centro da cidade...essa é a importância da mudança de certos parâmetros do PD de Antonina, o PD não é uma cláusula pétrea que não pode ser mudado, o PD é dinâmico e não estático e um fato concreto ocorreu então o PD precisa ser discutido e mudando para ser adaptado a presente situação, ponto. Vamos pensar em outra ótica; se encontrassem um tiranossauro rex em plena Avenida do Samba, não teria que ser mudado o PD para adaptação a nova situação?

As adaptações fazem parte da vida individual e coletiva e um sinônimo da palavra "Diretor" é indicador e a palavra "plano" pode ser planejamento ou esquema. Então poderemos fazer uma frase nesse sentido: "O plano diretor de derrubar o governo falhou mais uma vez..." - ou "O esquema indicativo de derrubar o governo falhou mais uma vez...", nessas duas frases o pensamento é dinâmico não estático.

Pois é, então cara, por que você não vem prá cá em Antonina e tenta arrumar um emprego do tamanho do teu. O que queremos é trabalho, salário. Pare com isso!

Mario Mello do Carmo
Tucunduva

Anônimo disse...

Uma coisa é certa esse entreposto ali no picão vai aumentar o movimento da Maria gasolina, quem está chateada é a Zazá.

Anônimo disse...

Rosir, vao inchê a cidade coessa porcaria de caulim??? a prefatura num vai ganhá pra pagá mais gasto de hospitar, sô!!!

i o tar do IAP num entra pra falá nessa cunversa?

só pra ritirá uma duvidis:- purqui qui pur muito meno o porto ficô parado no tempo do REQUINADA, tudu jogado nas costa desse tar de IAP, cum prefatura dormindo qui nem boi sonso????
o qui qui feiz a prefatura acordá agora que num acordava naqules tempo, qui era só i na tar da justiça federá qui a dona justa mandava abri o porto im vinte e quatro ora??? qui qui tem agora qui num tinha naqueles tempo? ah, naqueles tempo num pricisava de mais imprego na cidade !!! ahnnn!!! num é??? qui é intão???? hummmmmmmm, essas coisa faiz nóis pensá in pé di dinhero no fundu do quintar....

Reginaldo Gouvea disse...

Pessoal acredito que vocês fugiram da aula de português, talvez a professora pecou em não ensinar a interpretação de textos.

Vejam a replica que fiz para o Natinho, ao anômino das 16:34, de onde você tirou essa idéia de eu quero decretar o desemprego, você está maluco? Para você ter uma idéia está travado as Mini Usinas Hidrelétricas lá no Bairro Alto e Cacatu, 20 famílias desenmpregadas e você acha que estou contente com isso, pelo amor de Deus...temos que achar soluções para tudo e não é assim de uma hora para outra, pense meu caro não se iluda tão fácil, você pode estar sendo usado.

Pra você vê né tive que sair da minha cidade para tentar vencer na vida, já se passaram 26 anos, o que mudou?

O salário que ganho aqui na capital para você ter uma idéia, metade eu deixo aí na cidade, quem me dera ganhar bem.

Quem ganha bem são os eleitos por você e sua família e não fazem nada para mudar a nossa cidade.

A minha bronca irmão antoninense é como se faz as coisas, tudo que é feito em cima da hora você sabe, dá cagada lá frente.

A ocupação do solo desordenada e desenfreada você sabe o que acontece, já passamos por isso o ano pasado, respeitar a natureza e viver armoniosamente com ela é essencial, dá trabalho, claro que dá, você mesmo sabe que nossos eleitos não gostam muito disso exceto raras excessões.

O que não dá para aceitar é se fazer tudo nas coxas, vale a dica.

Anônimo disse...

O cara, quando eu era guri eu fiz nas coxas e foi bão pra cace...

Masca disse...

Ninguém é contra a construção de novas obras, desde que se sigam as regras para sua permissão, istó é, alvarás, licenças e estudos de impactos ambientais, tão em voga, agora a novidade da licenças do IPHAN e da entidade responsável pelo tombamento do centro da cidade. Será que a Prefeitura, através de sua secretaria, tem conhecimento do destino que será dado aos resíduos não servíveis resultantes da movimentação de cargas? Por se tratar de produto altamente concentrado vai ser descartado no lixão? Ou vão jogar numa vala e a chuva que se encarregue do destino.
Ao meu ver parece que nada disso está sendo levado em questão, o que se observa é um atropelamento das regras colocando em pé rapidamente o tão falado barracão atendendo a vontade do grupo econômico responsável pela obra. Por que será?
Mauricio Scarante (Masca)

Anônimo disse...

O hospital não vai sair mesmo até às eleições. É UM FIASCO TOTAL. Então essa adm. precisa ter alguma coisa pra piar mais alto, que cantar mesmo não vai dar .... kkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!

Anônimo disse...

QUANTOS EMPREGOS A MAIS (++++++++) VAI TER EM ANTONINA?????? COM ESSE EMPREENDIMENTO?
A PREFEITURA, O PREFEITO PODIA RESPONDER????

Anônimo disse...

Ah, sabe de uma coisa, quantas pessoas ficaram doentes ou morreram por cuasa das atividades portuárias em seus municípios. Perguntemos para Paranaguá, tomabada pelo patrimonio Nacional; São francisco do Sul, tombada pelo patrimonio Nacional e tantas outras. Tenho certeza ofereçam para Paranaghuá esta atividade de Fertilizante ou seja lá o que for, que Paranaguá pega já, e mais uma vez ficaremos vendo a banda passar.

Anônimo disse...

nada de meter o pau na SANTA CEVA, endenderam??? Ela não tem nada a ver com essa confusão da fortesolo. Pelo contrário, limpa a alma da poeira do asfalto.

E a manguaça, então???? Quantos desiludidos da vida, sócios de botequim, que encontram a felicidade no gargalo da marvada!!!!
VIVA A SANTA CEVA!!!
VIVA A MARVADA!!!

(abaixo a água da samae....)

E por falar em santa ceva, tá na hora de começar a NOVENA pra ela!!! que a festa dela é o 'tríduo' do carnaval!!!!